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Breve história das cooperativas brasileiras

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O papel das cooperativas no crescimento do agronegócio brasileiro

O Brasil ocupa hoje posição de destaque no cenário global da produção e exportação de alimentos. O país é líder em soja, café, carnes e frutas, entre outros produtos, e tem no agronegócio uma das principais bases de sua economia. Por trás dessa trajetória, muitas vezes invisível ao público urbano, está a força das cooperativas — um modelo associativo que ajudou a transformar pequenos e médios produtores em protagonistas do crescimento agrícola nacional.

As primeiras cooperativas rurais brasileiras surgiram ainda no início do século XX, inspiradas em experiências europeias. Mas foi a partir da década de 1950 que elas começaram a ganhar força, especialmente no Sul do país, com a chegada de imigrantes que já conheciam esse modelo de organização comunitária. O Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se tornaram polos de cooperativismo agrícola, em setores como leite, café, trigo e mais tarde soja e carnes.

O princípio era simples: unir produtores para ter escala. Em vez de cada agricultor vender sua safra de forma isolada, a cooperativa centralizava a compra de insumos, a armazenagem da produção e a negociação com indústrias e exportadores. Essa lógica reduzia custos, garantia preços mais justos e, sobretudo, dava acesso a mercados que seriam inalcançáveis para pequenos e médios produtores.

Outro papel decisivo foi no acesso à tecnologia e ao financiamento. Muitas cooperativas criaram programas próprios de assistência técnica, laboratórios de pesquisa, programas de mecanização e até universidades. Além disso, funcionaram como intermediárias no acesso ao crédito rural, o que permitiu a modernização de lavouras e a profissionalização da gestão no campo.

Esse movimento foi essencial para que o Brasil superasse os gargalos de produtividade dos anos 1970 e 1980 e desse o salto que o colocou entre os maiores produtores de grãos do mundo. Sem essa rede de apoio, a transformação do país em potência agrícola teria sido muito mais lenta e desigual.

Hoje, as cooperativas agrícolas respondem por cerca de metade da produção de alimentos do país e reúnem milhões de associados. Além da relevância econômica, exercem impacto social importante: sustentam pequenas cidades, distribuem renda e reduzem a desigualdade regional.

Casos como a Cocamar (PR), a Coamo (PR), a Aurora (SC) e a Copersucar (SP) ilustram a força desse modelo. Elas não apenas movimentam bilhões em faturamento como também criam empregos, investem em inovação e ampliam a presença brasileira em mercados internacionais.

O agronegócio brasileiro só alcançou sua atual posição de potência mundial porque conseguiu conciliar escala, eficiência e diversidade produtiva. E as cooperativas foram a engrenagem que possibilitou essa combinação, conectando pequenos agricultores ao mercado global sem que perdessem competitividade.

Em um cenário de crescente demanda por alimentos e pressões ambientais, a experiência das cooperativas também aponta para o futuro: produção mais sustentável, rastreabilidade, uso intensivo de tecnologia e maior integração com cadeias de valor internacionais.

Assim, mais do que um detalhe da história rural, o cooperativismo é parte central da explicação de como o Brasil deixou de ser importador de alimentos e se tornou, em poucas décadas, um dos maiores fornecedores do planeta.

 

cooperativas coamo sem data

Cooperativa de Campo Mourão, que foi um dos exemplos de sucesso no agronegócio.

 

Clique aqui para encontrar o grupo de memória das cooperativas no Facebook. Fotos e vídeos históricos ou atuais do cooperativismo e sua contribuição para o crescimento da economia regional.

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A recuperação da antiga sede da Prefeitura de Curitiba

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Nesta entrevista de 2013, o presidente Darci Piana fala sobre a participação da Fecomércio na recuperação da antiga sede da Prefeitura de Curitiba, e da região histórica ao redor.

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Antiga Prefeitura  de Curitiba, hoje é o “Paço da Liberdade”.

 

Os gibis já foram combatidos no Brasil

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Os gibis já foram os grandes vilões para a educação, na visão de pais e professores.  Essa reação contrária cresceu quando as histórias em quadrinhos viraram uma indústria nos Estados Unidos, a partir das primeiras décadas do século passado. Para o jovem a sedução estava na figura do herói, papel que ele vivia através da leitura dos gibis. No Brasil a história foi parecida, porque os mesmos gibis vinham prontos dos EUA, sendo traduzidos e publicados aqui..

Na visão dos  educadores, o gibi era uma influência negativa pelas histórias violentas. Até movimentos pela proibição tiveram força nos Estados Unidos, prosseguindo até os anos 1960. Mas a partir dessa época a visão foi mudando. Os quadrinhos começaram a ser analisados como arte, virando tema de estudos universitários..

Com o tempo os quadrinhos acabaram sendo aceitos pela ajuda que davam na criação do hábito da leitura.  E foi dos gibis que saiu muita inspiração para a televisão, o rádio e o cinema. E mais recentemente para a internet e para os games.

Encontre aqui o grupo “Memoria do Gibi” no Facebook, criado por este portal.

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Capa do gibi de Batman sem data.

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Imagens de bairros paulistas em um filme de 1976

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Este documentário, filmado em 1976, mostra construções em bairros paulistas. A publicação foi da Emplasa,  Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano.

Saiba mais sobre a cidade no grupo “Memória Paulista”, criado por este portal no Facebook. Clique aqui para abrir a página. E depois clique em “participar do grupo”.

Conheça também o grupo São Paulo na Foto, com imagens atuais da cidade. 

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Antigo filme militar americano sobre o ataque japonês ao Haway

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Este filme é uma produção militar americana da Segunda Guerra Mundial. Eram  filmes oficiais para as tropas, e também para a população civil.

 

 

O vídeo acima é em Inglês, mas é possível acionar a tradução automática em Português, que é imprecisa. Veja como:
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