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Como foi o início da Rádio CBN em Curitiba

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A Rede CBN foi criada pelo Sistema Globo de Rádio em 1991 e chegou a Curitiba em 5 de maio de 1995, ligada ao grupo paranaense Inepar. Foi a primeira rádio exclusivamente jornalística FM do Paraná, em uma época em que esta faixa era apenas musical. A primeira dificuldade em Curitiba foi consolidar-se em um mercado sem tradição de radiojornalismo isento, trazendo um modelo moderno de informação.

 

Foto de 1998. 

 

Inicialmente, a CBN transmitia em 550 AM e 90,1 FM. Foi a primeira emissora do Paraná com áudio na internet, a partir de 1996. Em 2003, a emissora criou o primeiro portal de rádio paranaense com jornalismo atualizado e podcasts, armazenando e disponibilizando todos os debates, entrevistas e comentários. Porém, todo esse importante acervo histórico acabou se perdendo por descaso na fase iniciada em 2013.

Outra inovação, ainda em 1995, foi o lançamento de um canal de áudio na NET Curitiba (TV a cabo), tornando-se também a primeira a oferecer essa opção no Paraná: o rádio na TV, que permitia ouvir esta rádio de notícias pela televisão.

Houve um grande investimento inicial do grupo Inepar na compra de novos transmissores e de uma nova antena que, à época, fizeram da CBN a FM mais potente do Paraná, com 110 mil watts. Mesmo assim, os primeiros anos foram de grandes dificuldades comerciais para a CBN Curitiba, por ser uma novidade no mercado.

A profissionalização e a consolidação vieram somente quando o Grupo J. Malucelli comprou a Rádio CBN, dando novo impulso à emissora, a partir de 2004.

Nesse mesmo ano, a Rádio Globo 670 AM, lançada com a programação do Sistema Globo de Rádio em Curitiba em setembro de 2003, foi transferida para a sede da CBN.

Em 2013 a equipe que coordenava a rádio desde o início, saiu em protesto contra um diretor que tentou impedir a divulgação do caso de assédio de um ex-político e comentarista esportivo da emissora contra uma estagiária e outras profissionais da época.

A seguir a rádio entrou em queda de audiência, e a programação da CBN acabou sendo transferida pela rede nacional para um outro grupo, que já tinha a CBN Londrina desde os anos 1990.

 

Imagens da Rádio CBN Curitiba na fase inicial. Gravação de dezembro de 1996.

 

 

 

Veja abaixo o folder antigo da CBN Curitiba 90.1 FM, aqui com as atualizações dos dados:

Um novo conceito de notícia

 

 

Texto da Agência de Publicidade da época.

 

 

Criar a necessidade de consumo de um determinado bem ou serviço é sempre uma atividade mercadológica complexa, que exige grandes esforços por parte da organização, para que se concretize de modo eficaz. Este estudo de caso mostra os revezes deste processo através da demonstração dos passos seguidos pela Rádio CBN-Curitiba na criação do hábito de escutar notícias em rádios FM em Curitiba.

Foto: Luiz Geraldo Mazza, comentarista e José Wille, âncora e diretor de jornalismo

Histórico

A CBN-Curitiba entrou no ar em cinco de maio de 1995, por iniciativa dos empresários Atilano de Oms Sobrinho e Mário Celso Petráglia, da empresa paranaense Inepar, a qual já possuía uma emissora FM e uma AM na cidade. Em FM era uma emissora de Rock e em AM uma programação popular, mas as duas eram defi citárias na época.

Inicialmente, quando aderiu à rede nacional, a CBN-Curitiba transmitia em 550 AM e em 90.1 FM, tendo sido a primeira emissora do Paraná com áudio na internet a partir de 1996. Trazer a programação nacional da CBN foi uma sugestão do jornalista Euclides Oliveira, o primeiro diretor geral da emissora, com José Wille na direção de jornalismo. O primeiro programa foi apresentado pelos jornalistas José Wille e Luiz Geraldo Mazza, que até hoje permanecem na emissora, com um programa diário que corresponde aos maiores índices de audiência da programação da rádio.

Para se manter na vanguarda, acompanhando a evolução dos canais de comunicação, em 1995, a CBN Curitiba lançou a opção de um canal de áudio na NET Curitiba, na TV a cabo, sendo também a primeira a criar esta opção no Paraná. Em 1999, a então Rádio 550 AM, que também retransmitia a programação, foi vendida e a CBN Curitiba ficou no ar só em FM.

Em 2003, a CBN criou o primeiro portal de rádio do Paraná, com jornalismo atualizado, áudio on line e podcast, armazenando e disponibilizando todos os debates, entrevistas e comentários de forma permanente.

Foi uma fase de grandes dificuldades até 2004, quando o empresário Joel Malucelli comprou a Rádio CBN-Curitiba
e deu novo impulso à emissora, com administração profissionalizada, e ações voltadas à modernização de seus processos, as quais puderam aproximar a rádio de seu público-alvo, o que permanece como linha diretiva até os dias atuais.

 

 

Desafio e Estratégia

O desafio definido pela direção da rádio desde a sua criação consistia em “tornar a CBN-Curitiba indispensável ao seu público-alvo”. Para tanto seria fundamental transformar a notícia em algo que fosse de fácil assimilação por pessoas de diferentes classes sócio-econômicas, trazendo ao ouvinte uma percepção clara acerca da realidade paranaense, brasileira e mundial em diferentes campos de conhecimento.

Para atingir e fidelizar um público mais amplo, a estratégia adotada pela rádio desde o início de suas operações foi a ampliação do acesso à informação através da simplificação e clareza da notícia, dando-lhe uma roupagem simples, que tivesse um caráter educativo, extrapolando o conceito de comunicar e atuando dentro da linha de desenvolvimento crítico dos ouvintes.

O início das operações da rádio em Curitiba pouco lembra os bons resultados atualmente alcançados pela emissora. Para que pudesse tornar-se “indispensável aos seus ouvintes”, a criação do hábito de escutar notícias em rádios FM foi o primeiro desafio enfrentado pela emissora. Transmitir só notícias era uma opção inexistente em uma emissora FM em Curitiba, sendo que as poucas que o faziam limitavam-se em retransmitir boletins informativos elaborados em São Paulo. As emissoras faladas eram todas AM naquela época e dedicavam-se apenas aos programas populares e policiais, com coberturas políticas dirigidas, de acordo com os
grupos políticos dos proprietários.

Já as FMs eram todas musicais, e em particular a alteração da faixa de sintonia de uma rádio jovem irreverente, a então “Estação Primeira”, reconhecida como a “Rádio Rock de Curitiba” para uma rádio de perfil crítico, analítico e responsável representou uma incontestável quebra de paradigmas. Assim a CBN-Curitiba tornou-se a primeira emissora FM do Paraná exclusivamente jornalística e isenta, com 24 horas de notícias e sete horas de programação local, com uma fórmula ágil que permanece até hoje, adaptada ao público curitibano: “Jornalismo imparcial, analítico e sempre à frente”. Desta forma é válido dizer que a CBN-Curitiba pagou o preço do pioneirismo e enfrentou dificuldades iniciais no mercado, até provar a incontestável força do radiojornalismo.

Outro desafio enfrentado durante o processo de implantação da estratégia consistiu na definição do nicho de mercado ao qual a rádio estaria direcionada, o que até então não havia sido claramente identificado, dificultando a definição das estratégias a serem implementadas. Desta forma, a definição de um público-alvo claro passou a ser um pré-requisito para o sucesso da empresa, possibilitando que a mesma pudesse “criar raízes” localmente. Assim, inicialmente a rádio posicionou-se, para simplificar o entendimento, como a “Emissora do Gerente”, com um nicho de mercado específico, voltado a um público mais esclarecido, que poderia compreender facilmente a nova linguagem. Desta forma, a definição de um público-alvo nas classes A e B auxiliou na definição do formato da programação e a pensar os próximos passos de atração de patrocinadores e das estratégias de fidelização do ouvinte.

Assim a CBN-Curitiba tornou-se a primeira emissora FM do Paraná exclusivamente jornalística e isenta, com 24 horas de notícias e sete horas de programação local, com uma fórmula ágil adaptada ao público curitibano: “Jornalismo imparcial, analítico e sempre à frente”.

 

Divulgação da época inicial da CBN Curitiba –

Um novo conceito de notícia

Resultados:

Após um início difícil da rádio no mercado, hoje a CBN-Curitiba é a mais importante rádio do Paraná, com a audiência em constante crescimento.

Ao longo de sua História, a CBN Curitiba recebeu os seguintes prêmios de mídia:

• Selo CASEM – apoio aos projetos de responsabilidade social desenvolvidas pelas empresas do PR

• Prêmio Aberje 2000 Sul – Mídia do Ano em Comunicação Empresarial – Rádio

• Prêmio Aberje 2000 – Categoria Mídia do Ano em Comunicação Empresarial

• Prêmio Top de Marketing 1997 – ADVB-PR (***)

• XII Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito – menção honrosa na
categoria “Imprensa” – 2001

• XX Prêmio Colunistas Paraná, 1996 – Prêmio “Sérgio Mercer”

(*) – Prêmio da Associação Comercial do Paraná – Conselho da Ação Social Empresarial

(**) – Prêmio da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje)

(***) – Prêmio da Associação dos Dirigentes de Venda e Marketing do Brasil (ADVB)

 

A evolução dos resultados alcançados em audiência pela rádio, a observação dos prêmios conquistados e a notoriedade conquistada pela emissora em Curitiba demonstra que a definição de uma estratégia bem focalizada, com um público-alvo bem identificado, traz muitos benefícios que permitem reverter os mais complexos cenários enfrentados pelas empresas em diferentes segmentos de atuação.

A mais ouvida nos Automóveis
Todas as Classes, +25 anos, Todos os sexos, Todos os Dias entre 6 e 19 horas.

Fonte: IBOPE

 

 

Texto da agência de publicidade da época.

 

 

Clique aqui para encontrar o grupo “Memória do Rádio no Paraná” criado por este portal no Facebook.

 

E aqui está o grupo Memória do Rádio Brasileiro”. 

 

 

 

 

A Ilha do Mel teve um forte contra piratas e invasões

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Conheça a história da Ilha do Mel do Paraná no vídeo abaixo. Este vídeo foi produzido para a TV Band Paraná em 2018. E clique aqui para conhecer o grupo de memória da ilha.
Ao abrir clique em “participar do grupo”.

 

 

Queda de avião da Esquadrilha da Fumaça matou dois pilotos em 1957

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No dia 10 de maio de 1957,  data do décimo aniversário de Maringá, um voo acabou em tragédia.  Aviões da Esquadrilha da Fumaça, da FAB (Força Aérea Brasileira), sobrevoavam a cidade fazendo acrobacias.  

Um avião do grupo, em rasante na Praça Raposo Tavares, acabou batendo em um mastro – e caiu. Morreram dois oficiais que estavam no avião. O Tenente Dagoberto Seixas dos Anjos e o Tenente Afonso Ribeiro Melo.

 

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Esquadrilha da FAB no Aeroporto de Maringá em 1957.

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Foto de jornal da época.

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Relato da professora Celuy Damasio, da UEM:

” Estamos em 10 de maio de 1957, manhã solene, autoridades presentes festejando a data. Por volta das 9h45 os esperados aviões dominaram o céu azul da bela aniversariante ( Maringá ) . O sol brilhava naquela sexta-feira. Os olhares admirados dirigiram-se para cima, uma invasão de contentamento apoderava-se da população.

Tudo era novidade, o Esquadrão de Demonstração Aérea debutou no início dos anos 50, com um grupo de instrutores da antiga Escola da Aeronáutica, em Campos dos Afonsos, no estado do Rio de Janeiro, liderado pelo Tenente Domenech, que, nos horários livres, divertia-se praticando manobras e acrobacias. Sua primeira apresentação em púbico, ainda sem a fumaça[1], foi no dia 14 de maio de 1952, que passou, alguns anos depois, a ser comemorado como Dia da Esquadrilha da Fumaça.

Pouco mais de cinco anos de experiência, o novo e o belo faziam a adrenalina subir nos expectadores que se deliciavam com a habilidade mostrada pelos dois ocupantes de cada um dos cinco North American T6D, quando, de repente, às 10 horas, um deles sobrevoou abaixo do que deveria, atingindo um dos mastros que tinham por única função ostentar os “símbolos da amada terra”.

Desespero, gritos, pais escondendo os olhares curiosos das crianças, adultos querendo enxergar, pessoas passando mal, o medo reinando, o final da festa, o final de duas vidas diante dos olhos dos maringaenses, os poucos repórteres tentando se aproximar, a polícia apartando. O espetáculo mudou de rumo. Piloto e co-piloto lembrados, anonimamente, pelos que estavam lá.”

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Documentário americano de 1938 mostrava o auge do Café no Brasil

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O filme abaixo foi produzido em 1938 por americanos, e mostra como era o Brasil no Ciclo do Café.  A produção foi da “American Republic Productions”, com o título “Café do Brasil para você”.

Além dos cafezais, o filme mostra a cidade de São Paulo e o Porto de Santos, de onde o café saia em direção aos Estados Unidos..

Se você se interessa pela nossa história, clique aqui para conhecer o grupo “Memória Brasileira” no Facebook. Ao abrir a página, clique em participar do grupo..

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TRADUÇÃO:

O vídeo acima é em Inglês, mas é possível acionar a tradução automática em Português, mas que é imprecisa. Veja como:

1- Ao abrir o vídeo, clique no ícone central de uma engrenagem.

2- Vai aparecer ” legendas desativadas”. Clique de novo no texto e vai aparecer “inglês gerado automaticamente”.

3- Clique na flecha que está após o texto “inglês gerado automaticamente >” e vai aparecer na linha abaixo: “traduzir automaticamente”.

4- Clique em “traduzir automaticamente” e escolha o idioma. Clique em cima, e as  legendas aparecerão em Português, com tradução automática, mas imprecisa..

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Clique aqui para ver outros destaques de hoje do Portal Memória Brasileira.

 

 

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Praias de Santa Catarina filmadas em 1939

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Algumas praias de Santa Catarina foram filmadas em 1939: Camboriú, Itajaí e Cabeçudas. Publicação de Paulo José da Costa da Livraria Fígaro em Curitiba.

 

 

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