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Como era a vida nos anos 1960

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O mundo mudou rapidamente nas últimas décadas. Veja nas imagens desta página alguns exemplos de aparelhos de uso rotineiro no ano de 1968.

Se você se interessa pelo assunto, clique aqui e conheça o grupo “Antiguidades de Casa”, criado por este Portal da Memória. Ao abrir a página no Facebook, clique em “participar do grupo”.

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Antigo despertador que era muito estridente ao tocar. E era preciso se acostumar com o som do “tic-tac” mecânico..

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O dia começava com o café da manhã feito com o coador de pano..

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A manhã já iniciava com o rádio ligado, já que a televisão só entrava no ar mais tarde, e raramente dava notícias. Para ouvir informação, a única alternativa era o uso das ondas curtas, para sintonizar emissoras maiores de São Paulo ou Rio de Janeiro, que tinham grande alcance. O FM já existia no exterior, com som de melhor qualidade. Mas esta frequência não era usada comercialmente no Brasil..

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Para ouvir música, só através de radiolas ou toca discos de vinil. Gravadores só os de rolo, que eram raríssimos e caros..

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Pouca gente tinha carro e os modelos eram poucos. Nas ruas o que mais se via eram fuscas, jipes, vemaguetes e kombys.

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No rádio do carro, com AM precário, a sintonia era só a de poucas rádios locais. Em viagens, o mais comum era ouvir as grandes rádios de ondas curtas do Rio de Janeiro e São Paulo. Ouvir música gravada no carro não era possível. A fita cassete só se popularizaria no Brasil nos anos 1970.

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No trabalho os principais instrumentos eram a máquina de escrever, a calculadora mecânica, papel carbono para cópias e arquivos em pastas, que eram guardadas em armários metálicos..

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Os telefones não faziam interurbanos diretamente. Era necessário ligar para a central telefônica e agendar um horário para a ligação, que era muito cara. Pouca gente tinha telefone, que também era caro, e tinha até ser declarado no imposto de renda..

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A televisão só teria cor a partir de 1972, e com aparelhos muito mais caros. Por isso era comum o uso deste plástico de três cores colado na tela, nos anos 1960. E ver televisão era trabalhoso: Primeiro precisava esquentar, e a todo momento havia um problema com o horizontal ou o vertical da sintonia. Era preciso se levantar e ir até o aparelho ajustar o botão.

No interior, quando tinha televisão era um só canal, que entrava no ar às 18 horas. Nas cidades maiores havia mais opção, mas a televisão só entrava no ar a partir da hora do almoço..

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Com poucos telefones, o jeito era mandar cartas. Era preciso levar ao correio, comprar os selos e postar. A resposta poderia levar meses, dependendo da distância. E na maioria das cidades não havia carteiro. Tudo era resolvido na agencia dos correios.

 

 

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 E.

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Cidade fantasma no litoral foi criada pela monarquia

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Ararapira foi uma vila criada no tempo da monarquia pelos portugueses, na divisa entre São Paulo e Paraná. Mas hoje está abandonada, e vai sendo levada progressivamente pelo mar. Veja no vídeo desta página, produzido para a Band Paraná com apoio deste portal.

 

 

 

 

 

 

 

 

História da navegação no Iguaçu, o “Rio das Cataratas”

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A navegação pelo Rio Iguaçu facilitou a ocupação do Sul do Paraná no passado, formando cidades e possibilitando o comércio de madeira e erva-mate. Veja a história no vídeo produzido para a  TV Band Paraná com o apoio deste portal..

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A “Maria Fumaça” na história do Brasil

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Este vídeo traz um resumo histórico sobre a “Maria Fumaça”, a antiga locomotiva a vapor, que já foi o principal meio de transporte do passado. A produção da Band teve o apoio deste portal.

Se você gosta do assunto, clique aqui para encontrar o grupo “Memória do Trem” no Facebook, criado por este portal. Ao abrir, clique em “participar do grupo”..

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Imagens coloridas do Rio de Janeiro em 1962

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Esta edição abaixo, com trechos do filme “Copacabana Palace” de 1962, traz imagens interessantes e de alta qualidade do Rio de Janeiro.

A postagem é de Cleantho Viana em seu canal no Youtube. Ele faz uma síntese do filme “Copacabana Palace”, de Franco Cancellieri, uma produção ítalo francesa com a  participação de Tom Jobim, Luiz Bonfá, João Gilberto e atrizes italianas e cariocas.

Se você se interessa por esta história, clique aqui para conhecer o grupo “Memória Carioca” no Facebook, criado por este portal. Ao abrir a página, clique em “participar do grupo”.

E aqui estão os links para outros grupos de cidades do Rio de Janeiro.

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