Esta filmagem é considerada a mais antiga do Norte do Paraná. E mostra como era a região de Londrina. O filme foi publicado por Klaus Nixdorf, do Banco de Projetos em Prol do Desenvolvimento do Norte do Paraná.
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Em 1946, após o final da Segunda Guerra Mundial, nasceu a Lambreta, que se transformou em um dos veículos mais populares na Itália. Em meio às destruições causadas pela guerra, uma fábrica de tubos de aço havia sido atingida por bombas. O dono dessa fábrica, Ferdinando Innocenti, tinha a intenção de reconstruir a fábrica. E percebeu que precisava construir um meio de transporte barato e seguro para os Italianos. Innocenti achava que o veículo não poderia consumir muita gasolina, algo que estava escasso no país. Então ele se uniu ao engenheiro Pierlugi Torre e começam a idealizar o projeto da Lambreta.
Em 1947 a lambreta começou a ser produzida. A primeira versão foi chamada de Modelo Um, com 123 cilindradas. E fazia 33 quilômetros com apenas um litro de gasolina.
No Brasil a Lambreta foi o primeiro veículo nacional a ser produzida em série. Teve início como Lambretta do Brasil S.A – Indústrias Mecânicas, no de 1955. A produção aconteceu de 1955 até 1960. No auge, 50.000 por ano eram fabricadas no Brasil. Foram lançados vários modelos e o último lançado foi o LI que tinha o câmbio de quatro marchas, e que foi o mais produzido no Brasil.
Um programa de rádio provocou pânico nos Estados Unidos no ano de 1938. A Rádio CBS informou sobre uma invasão de naves marcianas. Era apenas parte de um programa de radioteatro, mas confundiu muita gente que pegou o programa pela metade. E o caso entrou para a história mundial.
O cineasta Orson Welles, que na época dirigia um programa de radioteatro, teve a ideia de adaptar o livro “Guerra dos Mundos” do inglês H.G.Wells. Uma invasão marciana foi dramatizada como se fosse uma cobertura jornalística real. Veja abaixo dois vídeos históricos sobre o caso.
Gravação original do programa em Inglês.
Documentário de 1958 relembrando o caso com legendas em espanhol..
O jornalista paranaense Luiz Geraldo Mazza participou do projeto “Memória Paranaense” autêntico, da antiga Rádio CBN e Grupo Inepar no ano de 1998. Ele morreu em Curitiba aos 93 anos.
Jerônimo, o Herói do Sertão, foi criado em 1953 por Moysés Weltman para a Rádio Nacional, como uma novela influênciada pelo faroeste americano. E ficou 14 anos no ar com muito sucesso.
As fitas gravadas eram reapresentadas nas rádios do interior do Brasil. Em 1957, Jerônimo também teve uma revista em quadrinhos da Rio Gráfica Editora, escrita pelo próprio Moysés Weltman.
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.Capítulo da série Jerônimo na Rádio Nacional do Rio de Janeiro dos anos 1950.
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Jerônimo na TV em 1972..
Em 1972 a novela foi adaptada para a televisão pela TV Tupi. Jerônimo era interpretado por Francisco di Franco, o comediante Canarinho era o Moleque Saci e Eva Christian era Aninha. Mas na TV a audiência foi menor, e a produção terminou. Em 1984 Jerônimo ganhou um remake do SBT. Francisco di Franco interpretou novamente o herói e a atriz Suzy Camacho interpretou Aninha, mais uma vez sem grande audiência na TV..
Elenco da novela em 1972
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Aninha e Jerônimo na TV em 1972 em uma capa de revista.