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A história do Aeroporto Affonso Pena no Paraná

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Veja neste vídeo como foi a história do Aeroporto Affonso Pena, construído em São José dos Pinhais, perto de Curitiba. Anteriormente o campo utilizado era o do Bacacheri, que estava em operação desde os anos 1930.

A construção do Affonso Pena começou em 1944, no município de São José dos Pinhais, perto da capital .

Esta produção foi da TV Band Paraná em 2018, com apoio deste portal.

 

 

 

 

Encontre jornais antigos digitalizados

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A Fundação Biblioteca Nacional criou a “Hemeroteca Digital”. Esta página reúne jornais e revistas desde o começo do século XIX, em versões digitalizadas..

A coleção reúne cerca de cinco milhões de páginas de jornais, revistas, anuários e boletins que fizeram parte da história da imprensa brasileira. Clique aqui para abrir o site..

Veja também o grupo “Memória dos Jornais”, criado por este portal no Facebook. Clique aqui. E ao abrir a página, clique em “participar do grupo”..

E aqui está o grupo “Memória da Comunicação Brasileira.

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Avião de Santos Dumont teve uma réplica construída em 1973

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Veja como foi a construção de uma réplica do avião “Demoiselle” de Santos Dumont, criado por ele em 1907.

A réplica foi construída no ano de 1973 em Curitiba. O trabalho foi de alunos e professores de Mecânica da antiga Escola Técnica Federal do Paraná, hoje UTFPR.

Pelos registros da imprensa da época, não houve voo demonstrativo por razões de segurança. Esta filmagem para apresentação nos cinemas é de 1973.

 

 

 

 

 

 

 

Sílvio Santos na TV em 1975

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Esta gravação mostra como era o programa de auditório de Sílvio Santos no passado.

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Conheça o grupo Memória da Televisão Brasileira 

Clique no título para abrir a página, e depois clique em “participar do grupo”.

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Como seria o inferno brasileiro segundo Stanislaw Ponte Preta

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Relembre o texto famoso de Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto) sobre como seria o inferno, se fosse administrado por brasileiros.

 

Um camarada que abotoou o paletó e nem conversou: foi direto para o Inferno. Em lá chegando, pediu audiência a Satanás e perguntou:

— Qual é o lance aqui?

Satanás explicou que o Inferno estava dividido em diversos departamentos, cada um administrado por um país, mas o falecido não precisava ficar no departamento administrado pelo seu país de origem. Podia ficar no departamento do país que escolhesse. Ele agradeceu muito e disse a Satanás que ia dar uma voltinha para escolher o seu departamento.

Está claro que saiu do gabinete do Diabo e foi logo para o Departamento dos Estados Unidos, achando que lá devia ser mais organizado o inferninho que lhe caberia para toda a eternidade. Entrou no Departamento dos Estados Unidos e perguntou como era o regime.

— Quinhentas chibatadas pela manhã, depois passar duas horas num forno de 200 graus. Na parte da tarde: ficar numa geladeira de 100 graus abaixo de zero até às três horas, e voltar ao forno de 200 graus.

O falecido ficou besta e tratou de cair fora, em busca de um departamento menos rigoroso. Esteve no da Rússia, no do Japão, no da França, mas era tudo a mesma coisa. Foi aí que lhe informaram que era tudo igual: a divisão em departamento era apenas para facilitar o serviço no Inferno, mas em todo o lugar o regime era o mesmo; quinhentas chibatadas pela manhã, forno de 200 graus durante o dia e geladeira de 100 graus abaixo de zero, pela tarde.

O falecido já caminhava desconsolado por uma rua infernal, quando viu um departamento escrito na porta: Brasil. E notou que a fila à entrada era maior do que a dos outros departamentos. Pensou com suas chaminhas “Aqui tem peixe por debaixo do angu”. Entrou na fila e começou a chatear o camarada da frente, perguntando por que a fila era maior e os enfileirados menos tristes. O camarada da frente fingia que não ouvia, mas ele tanto insistiu que o outro, com medo de chamarem a atenção, disse baixinho:

— Fica na moita, e não espalha não. O forno daqui está quebrado e a geladeira anda meio enguiçada. Não dá mais de 35 graus por dia.

— E as quinhentas chibatadas? — perguntou o falecido.

— Ah… o sujeito encarregado desse serviço vem aqui de manhã, assina o ponto e cai fora.

* PONTE PRETA, Stanislaw. Tia Zulmira e eu. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

 

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