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O Japão após a Segunda Guerra Mundial

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O filme desta página é de 1948, produzido por ingleses, e mostra a capital japonesa Tóquio. A filmagem é de 1948, três anos após o final da guerra.

 

 

LEGENDAS:

O vídeo acima é em Inglês, mas é possível acionar a tradução automática em Português, que é imprecisa. Veja como:
1- Ao abrir o vídeo, clique no ícone central da engrenagem, como o da imagem abaixo.

 

 

 

 

2- Vai aparecer ” legendas desativadas”. Clique de novo no texto e vai aparecer “inglês gerado automaticamente”.
3- Clique na flecha que está após o texto “inglês gerado automaticamente >” e vai aparecer “traduzir automaticamente”.
4- Agora escolha o idioma e clique em cima. As legendas aparecerão em Português, mas com tradução automática imprecisa.

 

 

 

 

O transporte de São Paulo em um filme de 1952

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Ao longo de cinco décadas o premiado fotógrafo e cineasta, Jean Manzon, produziu documentários que mostram a  indústria automobilística, e as cidades brasileiras.

A narração era de Luiz Jatobá. Veja o filme abaixo: “A luta pelo transporte em São Paulo”.

 

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Caminhões e ônibus do passado

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Encontre muitas fotos de caminhões das décadas de 1950 e 60, no grupo Caminhoneiros, ônibus e estradas no Facebook, criado por este portal. Ao abrir a página clique em “participar do grupo”.

E se tiver informações sobre as fotos abaixo, escreva no espaço de comentários desta página.

 

 

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caminhão antigo pr 1.

caminhão madeira lacerda.

caminhão pavimentação.

caminhão estrada fnm asfaltada.

caminhão asfalto curitiba.

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Como surgiu a Colônia Witmarsum nos Campos Gerais

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Em 1951 os menonitas compraram a Fazenda Cancela, nos Campos Gerais do Paraná, no município de Palmeira. Conheça esta história:

 

Origens menonitas na Europa

O movimento menonita nasceu no século XVI, no contexto da Reforma Protestante. Inspirados pelo líder religioso Menno Simons, os menonitas formaram comunidades anabatistas com princípios de simplicidade, fé comunitária, pacifismo e trabalho coletivo. Perseguidos em várias regiões da Europa Central, migraram gradualmente para áreas mais tolerantes, como os Países Baixos, o norte da Alemanha e a Prússia.

A agricultura foi desde o início sua marca de identidade. Nessas comunidades, desenvolveram técnicas avançadas de drenagem e cultivo, sempre associadas ao forte senso de solidariedade.

 

Da Prússia ao Império Russo — e o êxodo

No século XVIII, por convite da imperatriz Catarina, a Grande, um grande contingente de menonitas se instalou no sul do Império Russo, sobretudo na atual Ucrânia. Ali prosperaram como agricultores e artesãos, preservando sua autonomia religiosa e cultural.

No entanto, a partir do final do século XIX e sobretudo com a Revolução Russa de 1917, os privilégios desapareceram. Colônias foram estatizadas, líderes perseguidos e famílias inteiras sofreram deportações. Esse contexto levou ao êxodo para outros países, incluindo Canadá, Estados Unidos e, a partir de 1930, o Brasil.

 

Primeira etapa brasileira em Santa Catarina

O primeiro grupo de menonitas chegou ao Brasil em 1930, estabelecendo-se em Santa Catarina. Vieram em busca de paz e terra fértil, trazendo consigo a língua alemã, a fé comunitária e o modelo de organização agrícola. Embora tenham conseguido se estabilizar, logo perceberam que precisavam de um espaço maior e mais adequado para desenvolver sua visão comunitária.

 

 

Memória: Witmarsum na tela de Horst Schnepper

A foto é um registro de Witmarsum, nos anos 1950. O quadro é do pintor Horst Schneeper. Com financiamento de menonitas da América do Norte, foi possível comprar  a Fazenda Cancela. A localidade, nos campos gerais, tem hoje cerca de 2000 moradores, que produzem principalmente leite. 

 

 

A fundação da Colônia Witmarsum no Paraná (1951)

Em 1951, líderes menonitas adquiriram a antiga Fazenda Cancela, nos Campos Gerais do Paraná, no município de Palmeira. O local, com 7.800 hectares, oferecia condições ideais para a agricultura e a criação de gado leiteiro. Assim nasceu a Colônia Witmarsum, cujo nome remete à região de origem de Menno Simons, na Frísia (Países Baixos).

O início foi marcado por muito esforço: construção de casas, escola, igreja, estradas e organização comunitária. A vida era pautada pela disciplina, pela cooperação e pela preservação da identidade cultural.

 

A força do cooperativismo

Em 1952, foi criada a Cooperativa Agroindustrial Witmarsum, base do desenvolvimento econômico da colônia. Especializada na produção de leite e derivados, logo se destacou pela qualidade. A cooperativa ampliou-se com o tempo, agregando avicultura, indústria de alimentos e serviços.

O sistema cooperativo garantiu estabilidade financeira, divisão justa dos resultados e reinvestimento em educação, infraestrutura e saúde, consolidando Witmarsum como modelo de comunidade agrícola organizada.

 

Educação, cultura e memória

Além da economia, os menonitas sempre valorizaram fortemente a educação e a preservação da cultura. Em Witmarsum, escolas foram fundadas desde os primeiros anos, garantindo ensino bilíngue e sólida formação.

A herança cultural é cultivada no Museu Histórico de Witmarsum (Heimat Museum), instalado na antiga sede da Fazenda Cancela. O espaço preserva documentos, móveis e objetos trazidos da Europa, além de contar a saga da migração e da vida comunitária.

Outro patrimônio notável é a religiosidade: as igrejas menonitas mantêm viva a tradição da fé comunitária, com cultos simples e grande valorização da música coral.

 

O patrimônio natural

Além da cultura, a região abriga as famosas Estrias Glaciais de Witmarsum, formações rochosas que guardam marcas da glaciação ocorrida há 280 milhões de anos. Este patrimônio geológico é um atrativo a mais para visitantes e pesquisadores.

 

A virada para o turismo

A partir dos anos 2000, a colônia passou a investir no turismo como forma de diversificação econômica. O modelo foi o turismo rural de experiência, em que os visitantes vivenciam a vida no campo, conhecem a história da imigração e degustam a gastronomia típica germânica.

Restaurantes oferecem pratos tradicionais, cafés coloniais encantam pela fartura, lojas comercializam queijos e embutidos produzidos localmente e ciclistas percorrem as estradas rurais da região. A tranquilidade e a beleza natural dos Campos Gerais completam o cenário.

 

Tradição e futuro

Atualmente, Witmarsum é reconhecida como uma das colônias de imigrantes mais bem-sucedidas do Brasil. Mantém sua base agrícola sólida—com destaque para os queijos artesanais de qualidade internacional—, mas também se projetou como destino turístico de fim de semana, especialmente para visitantes de Curitiba e do Sul do país.

A prosperidade da colônia pode ser explicada pela combinação de fatores:

  • Trabalho comunitário e cooperativismo;

  • Valorização da educação e da fé;

  • Preservação da cultura e da memória;

  • Capacidade de adaptação, primeiro no campo, agora no turismo.

 

 

Grupo traz fotos antigas de famílias brasileiras no Facebook

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Veja algumas fotos antigas de famílias brasileiras. Pelas fotos surgem muitas informações sobre os costumes e o modo de vida nas várias regiões do Brasil, o que é muito importante para os  pesquisadores da área.

A foto acima é da colônia russa Baliza em Lucélia, São Paulo, no início dos anos 1950, postada por João Colomietz..

Para ver mais imagens antigas, clique aqui para abrir o grupo “Memória das Famílias Brasileiras” , criado por este portal no Facebook. Ao abrir a página, clique em “participar do grupo”.

Aqui está a lista de grupos contando a história de cada uma das etnias dos imigrantes no Brasil, também criados por este portal.

E clicando aqui você acha o grupo de fotos antigas de sua região no Facebook.

Algumas destas fotos abaixo foram enviadas pelo integrante do grupo, Hélio Presa.

 

Família de agricultores na colheita do café em Ivatuba, Paraná, por volta dos anos 1950.

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Casamento de Taro Ishimoto em 1930 em  Teçaindá, São Paulo. Postagem de José Carlos Daltozo..

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Maria Regina Koerich e João Egídio Weber no casamento da filha, sem identificação de local.

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Passeio de estância de águas, sem identificação.

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Família Girardi em Nova Veneza, Santa Catarina, sem data.

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Família da Princesa Isabel no século dezenove.

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Alunas do Educandário da Lapa, no Paraná, nos anos 1950.

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Família Coral em Santa Catarina.

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Família Castro no Jardim da Luz em São Paulo sem data.

 

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