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Nos anos 1970 Curitiba ficou conhecida como cidade modelo

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Curitiba passou por grandes transformações na década de 1970. A mudança positiva foi a urbanística. E a negativa foi o inchaço populacional, provocado pelo fim do plantio do café no interior. Veja no vídeo abaixo..

Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e conheça o grupo “Memória de Curitiba” no Facebook, criado por este portal. Ao abrir a página, clique em “participar do grupo”..

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O “Fiscal do Sarney” fechou um supermercado em 1986

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No dia primeiro de março de 1986, o curitibano Omar Marczinski ficou entusiasmado ao ver a câmera da TV Globo, e virou o “Fiscal do Sarney”.  

A glória durou pouco, mas ele ainda foi convidado temporariamente para um cargo pelo presidente Fernando  Collor de Mello, na área do consumidor, no início dos anos 1990.  Mas morreu alguns anos depois em Manaus. 

 

 

 

 

O Aeroporto Afonso Pena de Curitiba nos anos 1950

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Segundo a Infraero, o traçado da pista do aeroporto é o mesmo da época da 2ª Guerra Mundial, quando ainda era a “Base Aérea Afonso Pena”. Em 1946, a aviação civil passou a operar no local, sendo construída uma estação de passageiros que foi utilizada até 1959, quando foi inaugurada a nova estação.

Em 1974 a Infraero assumiu o aeroporto. Em 1977 foi concluída a ampliação do terminal de passageiros. E em 1996, com a construção do novo aeroporto, passou a ser internacional. Está localizado a 18 km do centro de Curitiba.  Para saber mais sobre a aviação, clique aqui para abrir o grupo “Memória da Aviação” no Facebook.

 

 

Filme indicado por Pita Braga Cortes

 

 

 

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A “Noite dos Ovnis” segundo Ozíres Silva, fundador da Embraer

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Um fenômeno assustou o Brasil, na chamada “Noite dos OVNIS”, em 19 de maio de 1986. Muitas aparições foram relatadas, inclusive por autoridades em aviação, como Ozíres Silva, fundador da Embraer e ex-ministro. E foram registradas pelos radares da Aeronáutica. 

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Ozíres Silva, ex-ministro e fundador da Embraer..

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Nesta entrevista em vídeo abaixo, gravada em um programa de rádio, ele dá os detalhes conversando com José Wille..

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Jornal “O Globo”.

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Folha de São Paulo.

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Veja abaixo as reportagens da época na TV

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.A notícia no Jornal Nacional em 1986.

 

 

.A notícia no Fantástico em 1986.

 

 

A cobertura na extinta Rede Manchete.

 

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Memória: Mazza trabalhou por sete décadas com coragem e bom humor

Foto: Luiz Geraldo Mazza em parceria com José Wille na apresentação das notícias da antiga Rádio CBN Curitiba 90.1 FM por 18 anos.

Obituário na Folha de São Paulo em de outubro de 2024

Mauren Luc

 

Formado em direito pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), Luiz Geraldo Mazza fez carreira no jornalismo. Começou a escrever no “Estado do Paraná” na década de 1950, passando ainda por “Diário do Paraná”, “Última Hora”, “Correio de Notícias”, “Indústria e Comércio”, “Diário da Tarde”, “Diário do Comércio” e “TV Paranaense”. Esteve também nesta “Folha” entre 1962 e 1963.

Mazza assinou uma coluna na “Folha de Londrina” até 2024 e atuou como comentarista na Rádio CBN Curitiba durante 25 anos, 18 deles ao lado de José Wille: “Era bom analista, conseguia explicar a política com coragem para trazer os bastidores, muitas vezes antecipando o que os veículos divulgariam.”

Com gosto e talento para conversa, conquistou fontes e tinha acesso a informações privilegiadas. “Ele publicava o que muitos não queriam. Foi importante para quebrar o conservadorismo da mídia curitibana”, acrescenta Wille.

Para Adriana De Cunto, chefe de redação da “Folha de Londrina”, o Paraná perdeu seu maior colunista político. “Foi repórter, editor, colunista, cronista. Muito inteligente, dono de uma memória incrível. Ético, preciso, relevante, bem-humorado”, afirma.

“Publicou milhares de artigos, tornando-se o mais profícuo jornalista paranaense de todos os tempos”, destacou a Academia Paranaense de Letras, da qual Mazza era membro desde 1998.

O governador Ratinho Junior (PSD) ressaltou o estilo “inconfundível” de noticiar do jornalista. “Sabia como poucos dos bastidores da política.”

Nascido em Paranaguá, no litoral paranaense, numa família de dez irmãos de ascendência italiana e portuguesa, mantinha sempre o bom humor. Foi casado por 65 anos com Lucy Werneck Mazza. Exerceu ainda a função de procurador do Estado.

“Era muito divertido, com uma memória privilegiada e de muita opinião. Não tinha medo de errar, tinha segurança das suas análises com fatos, o que incomodava muita gente no mundo político. Era imprevisível e provocador. Gostava de manter a história viva do estado. Participou de muitos movimentos, manifestações e greves”, observa o neto e também jornalista Luiz Geraldo Mazza Neto.

“Ele respirava jornalismo, era a vida dele, fazia com prazer. Mesmo internado, gravava”, conta a filha Liana Mazza Milicio. “Também gostava de pescar e de futebol. Era torcedor do Coritiba e chegou a escrever, em 1970, uma revista para o time, chamada Cori Gigante.”

Mazza morreu em 10 de setembro, aos 93 anos, de insuficiência respiratória. Deixa quatro filhos, seis netos e sete bisnetos.

*Folha de São Paulo em 5 de outubro de 2024.

 

Saiba mais sobre Luiz Geraldo Mazza clicando aqui: