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Lista dos presidentes do Brasil a partir de 1945

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Esta lista dos presidentes do Brasil a partir de 1945 é uma publicação da Wikipédia.

 

N°.

Portrait

Presidente

(Nascimento–Morte)

Eleição

Mandato

Partido

Vice-presidente(s)

Posse

Fim do Mandato

Tempo no cargo

16

Eurico Gaspar Dutra

(1883–1974)

1945

31 de janeiro de 1946

31 de janeiro de 1951

5 anos

Partido Social Democrático

Vago

Nereu Ramos[nota 19]

(PSD)

17

Getúlio Vargas

(1882–1954)

1950

31 de janeiro de 1951

24 de agosto de 1954[nota 20]

3 anos, 6 meses e 24 dias

Partido Trabalhista Brasileiro

Café Filho

(PSP)

18

João Café Filho

(1899–1970)

Presidente Interino após 24 de agosto de 1954

3 de setembro de 1954[nota 21]

Em incapacidade autodeclarada desde 8 de novembro de 1955
e impedido de retomar os poderes da presidência a partir de 22 de novembro de 1955
[nota 22]

8 de novembro de 1955

1 ano, 2 meses e 15 dias

Partido Social Progressista

Vago

19

Carlos Luz

(1894–1961)

Presidente Interino

por Café Filho

8 de novembro de 1955

11 de novembro de 1955

3 dias

Partido Social Democrático

Vago

20

Nereu Ramos

(1888–1958)

Presidente Interino[nota 23]

11 de novembro de 1955

31 de janeiro de 1956

2 meses e 20 dias

Partido Social Democrático

Vago

21

Juscelino Kubitschek

(1902–1976)

1955

31 de janeiro de 1956

31 de janeiro de 1961

5 anos

Partido Social Democrático

João Goulart

(PTB)

22

Jânio Quadros

(1917–1992)

1960

31 de janeiro de 1961

25 de agosto de 1961[nota 24]

6 meses e 25 dias

Partido Trabalhista Nacional

23

Ranieri Mazzilli

(1910–1975)

Presidente Interino[nota 25]

25 de agosto de 1961

7 de setembro de 1961

13 dias

Partido Social Democrático

Vago

24

João Goulart

(1918–1976)

7 de setembro de 1961[nota 26]

1 de abril de 1964[nota 27]

2 anos, 6 meses e 25 dias

Partido Trabalhista Brasileiro

Vago

Ditadura militar (1964–1985)

A Quarta República terminaria após um golpe militar em 1964. Este golpe trouxe ao poder no Brasil uma ditadura militar que estava politicamente alinhado com os interesses do governo dos Estados Unidos.[20][21][19]

 

 

N°.

Retrato

Presidente

(Nascimento–Morte)

Eleição

Mandato

Partido

Vice-presidente(s)

Posse

Fim do Mandato

Tempo no cargo

25

Ranieri Mazzilli

(1910–1975)

Presidente Interino[nota 28]

2 de abril de 1964

15 de abril de 1964

13 dias

Partido Social Democrático

Vago

26

Humberto Castelo Branco

(1897–1967)

1964

15 de abril de 1964

15 de março de 1967

2 anos e 11 meses

Aliança Renovadora Nacional

(militar)

José Maria Alkmin

(PSD • ARENA)[nota 29]

27

Artur da Costa e Silva

(1899–1969)

1966

15 de março de 1967

31 de agosto de 1969

Suspenso por problemas de saúde

14 de outubro de 1969

Removido do cargo[nota 30]

2 anos, 5 meses e 16 dias

Pedro Aleixo

(ARENA)

Pedro Aleixo[22]

(1901–1975)

Nunca assumiu o cargo[nota 31]

Aliança Renovadora Nacional

Vago

Augusto Rademaker

31 de agosto de 1969

30 de outubro de 1969

1 mês e 29 dias

Nenhum

(Junta Militar)

Vago

Aurélio de Lira Tavares

Márcio Melo

28

Emílio Garrastazu Médici

(1905–1985)

1969

30 de outubro de 1969

15 de março de 1974

4 anos, 4 meses e 13 dias

Aliança Renovadora Nacional

(militar)

Augusto Rademaker

(ARENA)

(militar)

29

Ernesto Geisel

(1907–1996)

1974

15 de março de 1974

15 de março de 1979

5 anos

Adalberto Pereira dos Santos

(ARENA)

(militar)

30

João Figueiredo

(1918–1999)

1978

15 de março de 1979

15 de março de 1985

6 anos

Partido Democrático Social (PDS)

(militar)

Aureliano Chaves

(ARENA · PDS · DEM)

(militar)

Nova República (1985–presente)

A ditadura militar durou 21 anos, até 1985, quando Neves foi eleito indiretamente, o primeiro presidente civil do Brasil desde as eleições de 1960. Conhecida também como Sexta República Brasileira ou Nova República, é o marco contemporâneo na história do Brasil. [19]

 

N°.

Retrato

Presidente

(Nascimento–Morte)

Eleição

Mandato

Partido

Vice-presidente(s)

Posse

Fim do Mandato

Tempo no cargo

Tancredo Neves

(1910–1985)

1985

Nunca assumiu o cargo[nota 32]

Movimento Democrático Brasileiro

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

José Sarney

MDB (PMDB)

31

José Sarney

(1930–)

Presidente Interino após 15 de março de 1985

21 de abril de 1985

15 de março de 1990

5 anos

Movimento Democrático Brasileiro

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

Vago

32

Fernando Collor de Mello

(1949–)

1989

15 de março de 1990

Poderes e deveres suspensos após 2 de outubro de 1992

29 de dezembro de 1992[nota 33]

2 anos, 9 meses e 14 dias

AGIR

Partido da Reconstrução Nacional (PRN)

Itamar Franco

AGIR (PRN) • MDB (PMDB)[nota 34]

33

Itamar Franco

(1930–2011)

Presidente Interino após 2 de outubro de 1992

29 de dezembro de 1992

1 de janeiro de 1995

2 anos e 3 dias

Movimento Democrático Brasileiro

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)[nota 34]

Vago

34

Fernando Henrique Cardoso

(1931–)

1994

1998

1 de janeiro de 1995

1 de janeiro de 2003

8 anos

Partido da Social Democracia Brasileira

Marco Maciel

DEM (PFL)

35

Luiz Inácio Lula da Silva

(1945–)

2002

2006

1 de janeiro de 2003

1 de janeiro de 2011

8 anos

Partido dos Trabalhadores

José Alencar

PL· REPUBLICANOS (PRB)

36

Dilma Rousseff

(1947–)

2010

2014

1 de janeiro de 2011

Poderes e deveres suspensos após 12 de maio de 2016

31 de agosto de 2016[nota 35]

5 anos, 7 meses e 30 dias

Partido dos Trabalhadores

Michel Temer

MDB (PMDB)

37

Michel Temer

(1940–)

Presidente Interino após 12 de maio de 2016

31 de agosto de 2016

1 de janeiro de 2019

2 anos, 4 meses e 1 dia

Movimento Democrático Brasileiro[nota 36]

Vago

38

Jair Bolsonaro

(1955–)

2018

1 de janeiro de 2019

1 de janeiro de 2023

4 anos

Partido Social Liberal

(até 19 de novembro de 2019)


Independente

(2019–2021)


Partido Liberal

(após 30 de novembro de 2021)

Hamilton Mourão

PRTB · Republicanos

39

Luiz Inácio Lula da Silva

(1945–)

2022

1 de janeiro de 2023

Incumbente

2 anos, 7 meses e 5 dias

Partido dos Trabalhadores

Geraldo Alckmin

PSB

 

Informações da Wikipédia

 

 

 

 

Documentário sobre a Seleção Brasileira em 1966

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Veja abaixo um documentário sobre o futebol brasileiro produzido em 1966, com muitas imagens interessantes da seleção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desfile em Sete de Setembro de 1959 no Rio de Janeiro

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Comemoração de Sete de Setembro no ano de 1959 no Rio de Janeiro, em uma produção da Agência Nacional para os cinemas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O fim do Ciclo do Café no Paraná

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O professor Belmiro Valverde , autor do livro “O Brasil não é para amadores”, resumiu em 1998 como foi o fim do Ciclo do Café no Paraná..

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Belmiro Valverde.

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Na segunda metade da década de 60, durante o governo Paulo Pimentel, o senhor estava no Departamento de Trabalho, o que seria o equivalente a Secretaria de Indústria e Comércio, e lá trabalhava com a geração de empregos. Foi o momento em que começou a erradicação do café e a saída de paranaenses para outros estados.

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Belmiro Valverde – A crise do café já estava se delineando há muitos anos, porque, no Brasil, a política de café, desde o acordo de Taubaté, no começo do século, sempre foi no sentido de administrar o comércio cafeeiro. Então, o governo fazia o chamado plano de safra, ou seja, comprava todo o café produzido e depois fazia a venda no mercado externo e também no interno. O café que era entregue às torrefações era fornecido pelo IBC.

Então, o que acontecia é que o café, em termos de produto, tinha um preço político. Quando um preço internacional subia muito por causa de algum evento, de geada ou outra coisa, o governo se apropriava disso através do chamado “confisco cambial”. O governo ficava com a eufemisticamente chamada “cota de contribuição da cafeicultura”. Se a saca de café valia 200 dólares, o governo só pagava 120 à cafeicultura e ficava com 80. Em compensação, quando o café declinava de preço, a cafeicultura era apoiada pelo governo.

Em 1964, o Brasil já vivia um problema grande de estoques crescentes, pois tinha uma produção que crescia, crescia, e o mercado era mais ou menos inelástico. Quando houve o grande esforço anti-inflacionário, o Brasil tinha mais de 60 milhões de sacas estocadas para um comércio anual de 20, 20 e poucas.

Então, o governo militar resolveu levar a sério a questão da erradicação e criou uma série de estímulos para trocar café por agricultura temporária. Isso foi um grande baque para a cafeicultura paranaense, de 1965 até 1970. A cafeicultura perdeu muita vitalidade e, com a geada de 1975, entrou em declínio.

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Crescia a pecuária no interior do Paraná e isso levava ao desemprego do homem do campo, que só tinha então a cafeicultura como atividade?
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Belmiro Valverde – Exato. O café era uma cultura muito empregadora de mão-de-obra e foi substituído em um pedaço do estado pela pastagem, na região do Noroeste. Por exemplo, em Paranavaí, Rondon e Cidade Gaúcha, você via grandes extensões de terra que eram antes propriedade de cafeicultura e que haviam se deteriorado, inclusive por causa do solo.

Elas não tinham condições de competitividade e viraram pasto. Por outro lado, as culturas permanentes, como a do café, foram substituídas pelas temporárias, como a do milho e da soja, que não eram ainda nenhuma expressão no estado. Então, começou expressivamente a haver um grande fluxo emigratório dos campos para as cidades, tanto do próprio estado quanto para outros.

 

Fotos da época da cafeeicultura no Paraná:

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Trabalhadores na região de Rolândia PR sem data.

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Café na região de Apucarana PR.

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O trem cortando os cafezais do Norte do Paraná nos anos 1950.

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Norte do Paraná

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Paisagem típica dos “carreadores” em meio ao café na região de Londrina.

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Norte do Paraná.

 

 

 

 

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Memórias de um garoto com calças curtas

 

O livro “Memórias de um garoto com calças curtas”  é uma extensa e cuidadosa crônica memorialista, escrita pelo administrador de empresas, Oswaldir Ehlke Scholz, durante a pandemia da COVID-19. Ele mistura a genealogia detalhada de sua família, a história pessoal e relatos de infância e juventude, traçando um panorama afetivo e histórico da família Scholz e suas raízes no Sul do Brasil, especialmente no Paraná* e Santa Catarina.

Dividido em seis partes e com 83 capítulos, o livro cobre desde a chegada dos antepassados alemães ao Brasil no século XIX, passando pelo cotidiano da infância de Oswaldir na cidade da Lapa-PR, depois em Loanda, Matinhos e Joinville, até os preparativos para sua ida ao Rio de Janeiro  para estudar na ETIQT, Escola Técnica da Indústria Química e Têxtil.

 

Oswaldir Ehlke Scholz apresentando o seu livro no Instituto Histórico do Paraná

 

Oswaldir Ehlke Scholz cita os temas do livro:

* Genealogia detalhada* de avós, bisavós e trisavós com foco nas origens alemãs e na trajetória de imigração.
* Histórias familiares com riqueza de detalhes*, como o envolvimento dos antepassados no Cerco da Lapa (1894).
* Memórias afetivas da infância*, com episódios de escola, brincadeiras, aprendizados, castigos e pequenas travessuras típicas de menino.
* A vida escolar e os primeiros desafios da juventude.
* As mudanças de cidade por conta da carreira do pai.
* Uma série de *crônicas pessoais* publicadas no Facebook entre 2021 e 2023, que foram incorporadas ao livro como registros contemporâneos de memória.

O livro é escrito com linguagem clara, tom nostálgico e um forte compromisso com a preservação da história familiar. Serve tanto como documento histórico quanto como uma homenagem pessoal à própria trajetória de vida e aos ancestrais.

 

Descrição do livro:

Com 420 páginas, o livro contém 83 crônicas e foi lançado na Lapa-PR, minha terra natal, em 26 de julho. Como o título sugere, a obra é um resgate de fatos e vivências marcantes de minha vida, desde o nascimento até o momento em que terminei o curso ginasial, com 16 anos.

O livro contempla, inicialmente, em cinco capítulos, a história da imigração dos quatro troncos que deram origem à minha existência: Wille e Scholz, por parte de pai; Wendt e Ehlke, pelo lado da mãe. Nessa parte, faço uma justa e necessária homenagem a meus pais e, também, a meus irmãos.

A segunda parte do livro contém trinta capítulos, reservados aos primeiros anos de vida. Escrevo sobre o meu nascimento e o primeiro aniversário. Destaco o ‘bar, restaurante e pensão do Oswaldo’ – um dos temas recorrentes dessa parte -, onde levei um ‘tapa na cara’, ‘roubei um charuto’ e ‘vi uma vaca querendo jogar sinuca’! Claro que também conto sobre uma ‘briga de rua’, ‘eu, sacristão’ e, naturalmente, o dia em que comecei meus estudos no primário do colégio de freiras.

Outras crônicas dessa época memorável, surpreendentes e até divertidas, compõem esta divisão do livro.
Os doze capítulos seguintes focalizam a vida de família na cidade de Loanda, noroeste do Estado, onde meu pai foi trabalhar como chefe local da empresa concessionária de energia elétrica. Da Lapa, cidade com história, de repente bato de frente com uma cidadezinha pequena, fundada há poucos anos, população diminuta, infraestrutura precária. Energia elétrica à disposição em certos horários do dia, mas sem água encanada. O banho era com ‘chuveiro de campanha’; necessidades fisiológicas eram feitas numa ‘casinha’ de madeira montada sobre uma fossa aberta no fundo do quintal.

Na quarta parte, em sete capítulos, relato os episódios relacionados à transferência de meu pai, de Loanda para o balneário de Matinhos. Muita coisa interessante e engraçada é contada na passagem por Wenceslau Braz e Ponta Grossa, em viagens de trem e de ônibus. Fizemos uma pequena parada na Lapa antes de por os pés nas águas do Atlântico. Onze capítulos têm como cenário as praias de Matinhos, onde conto passagens e casos curiosos. Essa quinta parte do livro focaliza, principalmente, o verão de 1960.

De 1961 a 1962, morei em Joinville-SC, na casa da avó Olívia e dos tios Marina e Jony. Não existia ginásio no balneário e, assim, desgarrei-me da presença de pais e irmãos para viver uma nova ambiência. Muitas histórias – nada mais do que dezoito capítulos – relatam esse período de crescimento e aprendizagem.
Assim é, grosso modo, o meu livro, que procura seus leitores.

 

                                                   Contato para interessados na aquisição do livro (whatsup 41 991090309).