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O uso político da Seleção Brasileira em 1970

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A Seleção Brasileira sempre foi usada politicamente no Brasil, quando estava em boa fase. A copa de 1970, em que o Brasil foi tricampeão,  foi o maior exemplo. O General Emílio Médici, que estava na presidência, procurou se identificar com o futebol para melhorar a sua popularidade. E destacou-se como torcedor da seleção, aparecendo nas fotos ao lado dos jogadores, após a conquista da taça..

Era o período de maior repressão política, com prisões e torturas. Esta época é bem retratada no filme “Prá Frente Brasil”.  Mas a euforia da copa, com a propaganda nas ruas e na mídia, criava uma sensação de normalidade e patriotismo.

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Veja abaixo algumas fotos sobre a Copa de 1970. E clique nos títulos para conhecer os grupos “Memória do Futebol no Brasil” e “Memória Brasileira“, criados por este portal. Ao abrir as páginas, clique em “participar do grupo”.

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Médici com a taça em foto publicada pela Revista Veja..

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Médici com a Seleção Brasileira em 1970..

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Reportagem na Revista Manchete de 1970, com destaque para Emílio Médici.

 

Capa da Revista Manchete.

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Capa da Revista “O Cruzeiro”.

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Álbum de figurinhas da seleção de 1970..

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Selo comemorativo..

 

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Os classificados já foram importantes para a lucratividade dos jornais

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Antes da internet os classificados eram muito importantes para as vendas em bancas e assinaturas de jornais,  ajudando no faturamento.

A internet, o Google e as redes sociais mudaram o quadro.

Veja um exemplo da boa fase dos classificados neste anúncio de 1994 no Canal 12 de Curitiba, hoje RPC (Globo).

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Clique aqui para encontrar o grupo “Memória dos Jornais do Brasil” no Facebook.

 

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A “Mavica” foi a primeira máquina digital

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A ‘Mavica’ foi a primeira máquina fotográfica digital no mercado brasileiro, ainda com o uso de disquetes.  As fotos eram de baixa resolução, mas era uma máquina muito simples e prática. Abaixo estão algumas fotos  com uma Mavica em Canto Grande, perto de Bombinhas, Santa catarina, em janeiro de 2003..

Encontre alguns grupos interessantes sobre fotografia, criados por este portal:

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Brasil na Foto – fotos atuais de todas as regiões.

Famílias – Fotos antigas de famílias brasileiras.

Motos – Viajantes de Motocicleta

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As imagens ficavam em um disquete comum da época, com cerca de 22 fotos cada.

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Fotos de José Wille com a antiga Mavica, no ano de 2003 em Bombinhas – Canto Grande SC.

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Como era a vida nos anos 1960

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O mundo mudou rapidamente nas últimas décadas. Veja nas imagens desta página alguns exemplos de aparelhos de uso rotineiro no ano de 1968.

Se você se interessa pelo assunto, clique aqui e conheça o grupo “Antiguidades de Casa”, criado por este Portal da Memória. Ao abrir a página no Facebook, clique em “participar do grupo”.

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Antigo despertador que era muito estridente ao tocar. E era preciso se acostumar com o som do “tic-tac” mecânico..

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O dia começava com o café da manhã feito com o coador de pano..

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A manhã já iniciava com o rádio ligado, já que a televisão só entrava no ar mais tarde, e raramente dava notícias. Para ouvir informação, a única alternativa era o uso das ondas curtas, para sintonizar emissoras maiores de São Paulo ou Rio de Janeiro, que tinham grande alcance. O FM já existia no exterior, com som de melhor qualidade. Mas esta frequência não era usada comercialmente no Brasil..

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Para ouvir música, só através de radiolas ou toca discos de vinil. Gravadores só os de rolo, que eram raríssimos e caros..

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Pouca gente tinha carro e os modelos eram poucos. Nas ruas o que mais se via eram fuscas, jipes, vemaguetes e kombys.

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No rádio do carro, com AM precário, a sintonia era só a de poucas rádios locais. Em viagens, o mais comum era ouvir as grandes rádios de ondas curtas do Rio de Janeiro e São Paulo. Ouvir música gravada no carro não era possível. A fita cassete só se popularizaria no Brasil nos anos 1970.

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No trabalho os principais instrumentos eram a máquina de escrever, a calculadora mecânica, papel carbono para cópias e arquivos em pastas, que eram guardadas em armários metálicos..

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Os telefones não faziam interurbanos diretamente. Era necessário ligar para a central telefônica e agendar um horário para a ligação, que era muito cara. Pouca gente tinha telefone, que também era caro, e tinha até ser declarado no imposto de renda..

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A televisão só teria cor a partir de 1972, e com aparelhos muito mais caros. Por isso era comum o uso deste plástico de três cores colado na tela, nos anos 1960. E ver televisão era trabalhoso: Primeiro precisava esquentar, e a todo momento havia um problema com o horizontal ou o vertical da sintonia. Era preciso se levantar e ir até o aparelho ajustar o botão.

No interior, quando tinha televisão era um só canal, que entrava no ar às 18 horas. Nas cidades maiores havia mais opção, mas a televisão só entrava no ar a partir da hora do almoço..

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Com poucos telefones, o jeito era mandar cartas. Era preciso levar ao correio, comprar os selos e postar. A resposta poderia levar meses, dependendo da distância. E na maioria das cidades não havia carteiro. Tudo era resolvido na agencia dos correios.

 

 

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 E.

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Cidade fantasma no litoral foi criada pela monarquia

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Ararapira foi uma vila criada no tempo da monarquia pelos portugueses, na divisa entre São Paulo e Paraná. Mas hoje está abandonada, e vai sendo levada progressivamente pelo mar. Veja no vídeo desta página, produzido para a Band Paraná com apoio deste portal.