A Seleção Brasileira sempre foi usada politicamente no Brasil, quando estava em boa fase. A copa de 1970, em que o Brasil foi tricampeão, foi o maior exemplo. O General Emílio Médici, que estava na presidência, procurou se identificar com o futebol para melhorar a sua popularidade. E destacou-se como torcedor da seleção, aparecendo nas fotos ao lado dos jogadores, após a conquista da taça..
Era o período de maior repressão política, com prisões e torturas. Esta época é bem retratada no filme “Prá Frente Brasil”. Mas a euforia da copa, com a propaganda nas ruas e na mídia, criava uma sensação de normalidade e patriotismo.
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Veja abaixo algumas fotos sobre a Copa de 1970. E clique nos títulos para conhecer os grupos “Memória do Futebol no Brasil” e “Memória Brasileira“, criados por este portal. Ao abrir as páginas, clique em “participar do grupo”.
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Médici com a taça em foto publicada pela Revista Veja..
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Médici com a Seleção Brasileira em 1970..
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Reportagem na Revista Manchete de 1970, com destaque para Emílio Médici.
A ‘Mavica’ foi a primeira máquina fotográfica digital no mercado brasileiro, ainda com o uso de disquetes. As fotos eram de baixa resolução, mas era uma máquina muito simples e prática. Abaixo estão algumas fotos com uma Mavica em Canto Grande, perto de Bombinhas, Santa catarina, em janeiro de 2003..
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O mundo mudou rapidamente nas últimas décadas. Veja nas imagens desta página alguns exemplos de aparelhos de uso rotineiro no ano de 1968.
Se você se interessa pelo assunto, clique aqui e conheça o grupo “Antiguidades de Casa”, criado por este Portal da Memória. Ao abrir a página no Facebook, clique em “participar do grupo”.
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Antigo despertador que era muito estridente ao tocar. E era preciso se acostumar com o som do “tic-tac” mecânico..
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O dia começava com o café da manhã feito com o coador de pano..
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A manhã já iniciava com o rádio ligado, já que a televisão só entrava no ar mais tarde, e raramente dava notícias. Para ouvir informação, a única alternativa era o uso das ondas curtas, para sintonizar emissoras maiores de São Paulo ou Rio de Janeiro, que tinham grande alcance. O FM já existia no exterior, com som de melhor qualidade. Mas esta frequência não era usada comercialmente no Brasil..
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Para ouvir música, só através de radiolas ou toca discos de vinil. Gravadores só os de rolo, que eram raríssimos e caros..
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Pouca gente tinha carro e os modelos eram poucos. Nas ruas o que mais se via eram fuscas, jipes, vemaguetes e kombys.
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No rádio do carro, com AM precário, a sintonia era só a de poucas rádios locais. Em viagens, o mais comum era ouvir as grandes rádios de ondas curtas do Rio de Janeiro e São Paulo. Ouvir música gravada no carro não era possível. A fita cassete só se popularizaria no Brasil nos anos 1970.
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No trabalho os principais instrumentos eram a máquina de escrever, a calculadora mecânica, papel carbono para cópias e arquivos em pastas, que eram guardadas em armários metálicos..
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Os telefones não faziam interurbanos diretamente. Era necessário ligar para a central telefônica e agendar um horário para a ligação, que era muito cara. Pouca gente tinha telefone, que também era caro, e tinha até ser declarado no imposto de renda..
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A televisão só teria cor a partir de 1972, e com aparelhos muito mais caros. Por isso era comum o uso deste plástico de três cores colado na tela, nos anos 1960. E ver televisão era trabalhoso: Primeiro precisava esquentar, e a todo momento havia um problema com o horizontal ou o vertical da sintonia. Era preciso se levantar e ir até o aparelho ajustar o botão.
No interior, quando tinha televisão era um só canal, que entrava no ar às 18 horas. Nas cidades maiores havia mais opção, mas a televisão só entrava no ar a partir da hora do almoço..
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Com poucos telefones, o jeito era mandar cartas. Era preciso levar ao correio, comprar os selos e postar. A resposta poderia levar meses, dependendo da distância. E na maioria das cidades não havia carteiro. Tudo era resolvido na agencia dos correios.
Ararapira foi uma vila criada no tempo da monarquia pelos portugueses, na divisa entre São Paulo e Paraná. Mas hoje está abandonada, e vai sendo levada progressivamente pelo mar. Veja no vídeo desta página, produzido para a Band Paraná com apoio deste portal.