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Como reproduzir fotos antigas para postar ou preservar

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Veja neste quadro abaixo, criado por este portal, como fazer reproduções de fotos antigas com boa qualidade, que depois podem ser postadas nas redes sociais. A melhor forma é usar o scanner, mas com alguns cuidados, o celular também pode fazer boas cópias.

Clique aqui para encontrar muitos grupos de memória das cidades brasileiras.

E aqui estão muitos grupos interessantes de memória com vários assuntos.

 

 

 

 

 

As mudanças econômicas do Paraná analisadas em 2009

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O professor José Pio Martins analisava as mudanças econômicas do Paraná no ano de 2009. Esta entrevista foi na estréia do programa Paraná Busines da TV Band Paraná.

 

 

 

 

A antiga vida no campo em um filme de Humberto Mauro

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Veja como era a vida no campo antigamente: “Manhã na Roça” é um filme produzido em 1956 pelo cineasta Humberto Mauro sobre a cultura do interior, com músicas folclóricas. Esta publicação foi do CTAv – Centro Técnico Audiovisual.

Encontre aqui dez grupos do Facebook criados por este portal para quem tem saudades da antiga vida no campo.

 

Documentário de 1976 mostrava o drama do trânsito

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“O Trânsito” foi um documentário educativo sobre a evolução do homem, chegando aos problemas criados pelos carros. A produção foi da Agência Nacional para os cinemas em 1976.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cheia de um pequeno rio fechou a ligação entre o Norte e Sul do Paraná em 1971

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Com informações do Jornal Folha de São Paulo da época. 

 

No ano de 1971 o Rio Barrinha transbordou e inundou um trecho da Rodovia do Café no Paraná. E com isso interrompeu a ligação principal entre o norte e o sul do estado. Este caso foi na altura do km 141, onde a água  cobriu quase cem metros da pista, tornando o tráfego completamente inviável. Um total de 1.200 caminhões carregados com cereais, café, carne e outros produtos perecíveis ficaram parados na estrada por vários dias.

Diante desta situação, uma balsa foi improvisada por um proprietário de um posto de gasolina local, possibilitando a travessia de até quatro veículos leves por vez. Mas para o caso dos caminhões, pelo peso e tamanho, não houve como resolver até que as águas baixassem. Este fato foi notícia de importância nos jornais, rádios e na televisão paranaense. Equipes viajavam até o local  com as antigas filmadoras de 16 milímetros para captar imagens das filas e do rio alagado. E também fotos para os jornais. 

Este caso mostrou a fragilidade da infraestrutura rodoviária da época,  diante dos  desastres naturais, e a criatividade das comunidades locais em momentos de crise. Até este acontecimento não havia registro grave de inundação do rio no mesmo local. E a depois disso também não houve novos registros de paralização da estrada naquele trecho. 

 

Primeira Página da Folha de 13 de janeiro de 1971