Depois de abrir a página, clique em “participar do grupo”. Mas lembre-se que os grupos de memória não permitem publicações de outros assuntos, como política, religião ou publicidade.
Eliakim Araújo+ e Leila Cordeiro, conhecidos como o “casal 20” da Manchete.
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A Rede Manchete foi lançada em 1983 pelo empresário Adolpho Bloch, que era editor da tradicional revista Manchete. O slogan era “Rede Manchete: Televisão de Primeira Classe”, indicando a busca pelo segmento A e B. Documentários, jornalismo, séries importadas, esportes e bons programas marcaram a fase inicial.
Carlos Bianchini e Ronaldo Rosas, que eram impecáveis na apresentação, representavam o novo estilo da televisão e simbolizavam a Manchete. A programação era uma boa opção ao modelo popularesco da Rede Globo. Mais tarde a apresentação passou para o casal Eliakim Araújo e Leila Cordeiro.
A resposta comercial não foi a esperada e a nova rede de televisão passou a enfrentar problemas financeiros. Com crises sucessivas e algumas tentativas de venda, em 1999 a rede finalmente mudou de proprietário e de nome: Virou a RedeTV
Edição integral do dia 24 de março de 1990 sobre o lançamento do fracassado “Plano Collor”
Abertura do Jornal da Manchete em 1985, com os apresentadores Carlos Bianchini e Ronaldo Rosas.
Saiba mais sobre estes dois âncoras e sobre a extinta rede clicando aqui.
E clique aqui para conhecer o grupo “Memória da Televisão Brasileira” no Facebook, criado por este portal.
Este portal tem o objetivo de reunir, organizar e ajudar na preservação da memória brasileira. Encontre e participe da página de memória de sua cidade ou região, escolhendo entre os muitos grupos criados pelo portal.
O interesse é comunitário, para facilitar o encontro de links de grupos no Facebook e de instituições que trabalham pela memória. E não tem finalidades lucrativas.
O Portal Memória Brasileira, criado em 2001, traz também as listas já identificadas de fontes virtuais de preservação histórica. Para escrever use o e-mail: portaljws@gmail.com
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Clique no banner abaixo para encontrar os grupos de memória brasileiros já existentes no Facebook:
Este vídeo traz a história resumida de Poty Lazzaroto, o artista plástico mais conhecido do Paraná.
São deles os grandes painéis artísticos espalhados por Curitiba. A produção deste vídeo foi para a TV Band Paraná em 2017, em parceria com este portal.
Um caso que entrou para a história política brasileira aconteceu no ano de 1963. O senador alagoano Arnon de Mello, pai do ex-presidente Fernando Collor, criticou durante no Senado o seu adversário político, Silvestre Péricles de Góes Monteiro, que o teria ameaçado de morte.
Com a discussão, Arnon atirou várias vezes em Silvestre, mas nenhuma bala atingiu o adversário. Porém dois tiros atingiram o senador José Kairala do Acre, que estava perto para tentar pacificar o plenário. Nesta sessão Kairala estava com o filho pequeno, a mulher e a mãe no local. Mesmo após o socorro médico, Kairalla morreu no mesmo dia.
Arnon de Mello foi preso, mas o seu advogado alegou que era um ato de legítima defesa. O pai de Collor disse que levou a arma para o Senado porque era ameaçado pelo rival, o senador Silvestre, que escapou da morte.
O caso acabou na justiça, onde foi considerado um tiro acidental. Com isso Arnon de Mello seguiu na política normalmente e prosperou economicamente, passando a sua influência política para o filho, Fernando Collor de Mello, que chegou a presidência em 1990. Mas que terminou sendo afastado em 1992 por denúncias de corrupção.
*Leia também esta notícia abaixo, que foi publicada pelo jornal “O Tempo”, relatando o que aconteceu com família do senador assassinado:
“Mesmo tendo processado Arnon de Mello e Silvestre Péricles, a viúva de José Kairala, Creusa da Silva Kairala, não conseguiu do Estado brasileiro uma indenização compatível com o trauma e os danos gerados à família pelo assassinato do suplente de senador. Ela e Kairala tiveram quatro filhos – ela estava grávida quando o marido morreu.”