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Os cinejornais foram instrumentos de propaganda política

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Os cinejornais sempre foram usados para a propaganda política no Brasil.  Patrocinados ou produzidos pelo próprio governo,  o foco principal era o culto à personalidade do presidente ou ditador do momento.

Essa estratégia ainda é usada hoje, mas de maneira dissimulada, por todas as esferas de poder público, principalmente através da tv, rádio ou redes sociais.

A figura do presidente era  o tema constante dos filmes da Agência Nacional para os cinemas.

 

Documentário no estilo propagandístico do governo militar no ano de 1974.
Se você se interessa pelo tema, clique aqui para conhecer o grupo “Memória Política do Brasil”, criado por este portal no Facebook..
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Filmagem do desfile da Independência em Londrina no ano de 1973

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O desfile da Independência de 1973 foi registrado em Londrina nesta filmagem muda de Bert Wilnerzn. 

E aqui estão os links para abrir mais grupos de imagens antigas da cidade:

Londrina Memória

Memória Londrinense

Memória Paranaense

 

 

 

 

 

A “Família Trapo” na Rede Record em 1967

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O programa “Família Trapo”, da antiga TV Record, foi campeão de audiência no final dos anos 1960 seguindo até o início dos anos 1970.

Veja como era o programa no ano de 1967 nestas duas gravações abaixo.

E saiba mais sobre a história da tv participando do grupo “Memória da Televisão Brasileira” no Facebook, criado por este portal.

Ao abrir a página clique em “participar do grupo”.

 

 

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Conheça os livros gratuitos do portal “Domínio Público”

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Clique aqui para abrir o portal “Domínio Público” e encontre muitos livros para baixar gratuitamente. É um site útil para professores e estudantes.

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O grande incêndio de 1963 no Paraná

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O maior incêndio da história do Paraná, que aconteceu em 1963, foi relembrado em um livro de José Luiz Alves Nunes. O título é “1963 – Paraná em chamas”. O autor foi professor de geografia da Universidade Estadual de Londrina, trabalha na Prefeitura de Londrina e hoje está na equipe da gerência de Geoprocessamento do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina – IPPUL.

Este foi um dos maiores incêndios da história, que destruiu uma área equivalente a do município inteiro de Londrina. Em 1963, antes dos incêndios, havia acontecido uma geada forte, e a vegetação estava muito seca, o que facilitou a propagação do fogo. José Luiz Alves Nunes informou que os registros da época não chegaram a um consenso sobre o número de mortos, que teria sido entre 89 a 250, segundo os jornais.

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