Os cinejornais sempre foram usados para a propaganda política no Brasil. Patrocinados ou produzidos pelo próprio governo, o foco principal era o culto à personalidade do presidente ou ditador do momento.
Essa estratégia ainda é usada hoje, mas de maneira dissimulada, por todas as esferas de poder público, principalmente através da tv, rádio ou redes sociais.
A figura do presidente era o tema constante dos filmes da Agência Nacional para os cinemas.
Documentário no estilo propagandístico do governo militar no ano de 1974.
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O maior incêndio da história do Paraná, que aconteceu em 1963, foi relembrado em um livro de José Luiz Alves Nunes. O título é “1963 – Paraná em chamas”. O autor foi professor de geografia da Universidade Estadual de Londrina, trabalha na Prefeitura de Londrina e hoje está na equipe da gerência de Geoprocessamento do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina – IPPUL.
Este foi um dos maiores incêndios da história, que destruiu uma área equivalente a do município inteiro de Londrina. Em 1963, antes dos incêndios, havia acontecido uma geada forte, e a vegetação estava muito seca, o que facilitou a propagação do fogo. José Luiz Alves Nunes informou que os registros da época não chegaram a um consenso sobre o número de mortos, que teria sido entre 89 a 250, segundo os jornais.
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