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O “Capitão América” há 72 anos no cinema

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Veja neste capítulo da série “Capitão América”, de 1944, como eram as aventuras produzidas para o cinema. O personagem apareceu pela primeira vez nas bancas no ano de 1940, nos Estados Unidos. Criado por Joe Simon, era publicado pela editora Marvel.

Em 1944 virou série de cinema, e em 1966 se transformou em um desenho “desanimado” da Marvel na TV, com uma técnica de animação muito simplificada. Reapareceu nos anos 1970 em dois telefilmes. Mais mais tarde voltou ao cinema em 1990 e 2011.

 

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Série de cinema em 1944..

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Dez grupos interessantes que você deveria conhecer no Facebook

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Veja aqui uma lista de dez grupos muito interessantes, criados por este portal no Facebook. Escolha um tema e participe, ajudando a preservar a história. Clique no título escolhido para abrir o grupo, e faça a sua inscrição para participar. 

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Memória Brasileira

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Memória dos Cartões Postais

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Antiguidades Domésticas

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Memória da Aviação

 

Memória do Carro

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Memória da motocicleta

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Memória do Futebol no Brasil

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Caminhões, Ônibus e Estradas Memória

 

Memória da Televisão Brasileira

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Memória do Cinema

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E clicando aqui você encontra aqui uma lista com muitos outros grupos..

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A memória da Serra do Mar em um grupo no Facebook

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Clique aqui para conhecer o grupo “Memória da Serra do Mar” no Facebook, região que se entende por vários estados. O grupo, criado por este portal, reúne fotos de estradas, trilhos, alpinistas e a natureza. Ao abrir a página clique em “participar do grupo”. São fotos antigas e atuais para registrar a história e as paisagens.

A foto acima é do Viaduto do Carvalho no Paraná em foto de Arthur Wischral, sem data.

 

Via Anchieta em São Paulo no anos de 1947.

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Antiga estação de trem “Marumby” entre Curitiba e Paranaguá, no litoral paranaense..

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Serra do Mar no Paraná sem data..

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Serra do Marumby atual no Paraná..

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Localização das Florestas da Serra do Mar..

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Foto aérea de André Bonacin, editada por Thiago Korb, com a identificação de locais do principal trecho paranaense..

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Clique aqui para ver outros destaques de hoje do Portal Memória Brasileira.

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As origens do arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, que estaria completando 100 anos

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Em uma entrevista gravada em 1997,  a irmã do arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, a doutora Zilda Arns, contou a história da família. Leia abaixo:

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José Wille – Há 150 anos, a família Arns chegava ao Brasil…

Zilda Arns – Exatamente. Em 1848, meus bisavós e tataravôs, também por parte de pai e mãe, chegaram ao Brasil e se instalaram em Santa Catarina.

 

José Wille – E fundaram uma cidade.

Zilda Arns – É… Foram primeiro para São Martinho e depois meu pai, aos 18 anos, foi para o sul de Santa Catarina, logo depois de Criciúma, um pouco antes de Araranguá e fundou junto com dois amigos o município de Forquilhinha.

 

José Wille – Os imigrantes não podiam contar com o governo na época. Eles se organizavam por conta própria, com suas próprias comunidades. Como foi esse trabalho de instalação?

Zilda Arns – Sou a décima segunda de 13 irmãos e, portanto, não vivi os primeiros tempos, mas no meu tempo não se contava com o governo. Eu mal sabia que existia governo. Nós mesmos construímos a escola, a biblioteca pública, a igreja, a casa do padre e das irmãs. Tínhamos uma atividade comunitária muito intensa.

 

José Wille – E seus pais se dedicavam à agricultura, pecuária e comércio na cidade.

Zilda Arns – Indústria, fábrica de queijo, de banha e de outros, que depois se transformaram em uma cooperativa. Todos os colonos participavam do mesmo empreendimento.

 

José Wille – Como foi, para uma colônia alemã, a Segunda Guerra Mundial em Santa Catarina?

Zilda Arns – Eu era criança naquele tempo, mas nós sofremos muito, porque um tio meu, o tio Jacob Arns, um grande professor, foi preso por 9 meses só porque acharam algo de geografia alemã na gaveta da cozinha. E estávamos muito apavorados que pudessem prender meu pai. Nós falávamos sempre em alemão, mas, quando víamos uma pessoa estranha, tínhamos um código e começávamos a falar em português.

 

José Wille – Como era para uma criança, ser considerado um estrangeiro na sua própria pátria?

Zilda Arns – A gente era de origem alemã e os outros eram os brasileiros. Então, realmente era uma questão muito difícil, uma questão cultural que, aos poucos, foi se desfazendo. Nós viemos para Curitiba estudar, porque meus pais davam muito valor ao estudo e a gente foi incorporando a cultura brasileira.

 

José Wille – A música era uma tradição da família.

Zilda Arns – Nós tínhamos uma vivência familiar fortíssima. Todas as noites nos reuníamos para rezar e cantar a três, quatro vozes. E até hoje os irmãos, ainda 12 vivos, quando nos reunimos, sempre cantamos da mesma forma. Tínhamos uma tradição de música, pois todos nós tocávamos e cantávamos… Eram muito bonitas a vida familiar e a vida comunitária. A gente na escola aprendia flauta, participava de coral, esportes… Eu considero hoje que a escola que tínhamos era realmente um privilégio.

 

José Wille – Dos treze irmãos, seis foram para a carreira religiosa – até uma irmã adotiva também. Era muito forte a religião na família.

Zilda Arns – Eram valores culturais. Por exemplo, lembro-me que, quando era criança, a mamãe fazia pão e mandava levá-lo para a casa do padre, para as irmãs. Quando passavam visitas importantes, sempre iam a nossa casa. A religião ocupava um lado cultural muito grande – até hoje – e creio que é por isso que toda a família, não só os consagrados, é muito religiosa.

 

José Wille – Dom Paulo Evaristo Arns, seu irmão, que é cardeal de São Paulo, seguiu essa mesma trilha…

Zilda Arns – Ele é o quinto dos 13 irmãos, e é precedido por uma freira, e duas freiras irmãs de sangue o seguem. Mais tarde, uma senhora alemã em Porto Alegre morreu no parto e meu pai, com muita pena dos órfãos, adotou um casal e essa menina virou freira também.

 

José Wille – Existia também o incentivo para a carreira religiosa?

Zilda Arns – Não, eu creio que isso brotava. Até papai, muitas vezes, freava um pouco. Lembro da minha irmã mais velha, que queria estudar no colégio de freiras. Meu pai lhe disse que deveria completar 20 anos para saber se realmente queria seguir a vida religiosa. Então, ele não incentivava, mas sempre procurava realmente uma decisão muito consciente.

 

José Wille – Dom Paulo Evaristo Arns, principalmente no período de repressão no governo militar, teve um papel bastante importante como defensor dos direitos humanos dos perseguidos. A senhora com muita frequência ia a São Paulo, pois estava estudando. A senhora acompanhou esse trabalho do seu irmão?

Zilda Arns – Ele realmente foi um pastor para todas as pessoas, e as que mais sofreram são as que mais ele ajudou na época. Em 1977, eu fiz o curso de Saúde Pública e fiquei o ano inteiro na casa dele. Sempre voltava nos finais de semana para Curitiba, mas durante a semana estava lá e presenciei muitas mulheres entrando na residência dele, chorando e pedindo sua ajuda, pois o marido estava desaparecido e, às vezes, o filho também. E havia também senhoras argentinas, que vieram pedir socorro a ele pelo mesmo motivo. E ele sempre as atendia com calma, pois tinha muito diálogo e muita coragem. Ele foi ameaçado muitas vezes de morte, mas acredito que jamais pensou em deixar de atender aqueles que ele considerava como seus filhos nesse momento de perseguição política.

 

José Wille – Foi um importante negociador para essas pessoas que estavam desaparecidas e que poderiam estar sendo torturadas, presas. Ele tentava descobrir a localização dessas pessoas.

Zilda Arns – Há quatro anos, ele foi homenageado no Congresso e uma infinidade de deputados federais e senadores se referiu a Dom Paulo Evaristo Arns como aquele que “não os deixou serem presos ou conseguiu tirá-los da prisão”. O presidente Fernando Henrique também diz que lhe deve essa gratidão.

 

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Encontre os grupos de fotos antigas de cidades paulistas no Facebook

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Encontre aqui os principais grupos de memória de cidades paulistas. Clique no nome da cidade para abrir a página do grupo no Facebook. E depois clique em participar do grupo.
E se tiver outras sugestões de grupos semelhantes, escreva pelo e-mail portaljws@gmail.com

 

 

Memória Paulista: São Paulo capital e cidades do interior

 

São Paulo na Foto – Fotografias atuais da capital

 

Memória das cidades do Litoral Paulista

 

Memória das cidades do interior paulista

 

 

Cidades em ordem alfabética:

 

 

Aparecida Antiga

 

Campinas Memória

 

Guarulhos Antiga

 

Eugênio de Melo

 

Guaratinguetá

 

Natividade da Serra

 

Osasco em Fotos Antigas – criado por Edison Giavarotto

 

Osasco Memória e Fotos

 

Queluz

 

Ribeirão Preto – Acervo 

 

São Bernardo dos Campos

 

São José dos Campos

 

São José dos Campos do Passado – Página

 

Santo André – Fotos Antigas

 

Santos Memória

 

Sorocaba em fotos antigas e atuais

 

Tatuapé

 

Taubaté

 

 

  • Para adicionar o grupo de sua cidade paulista escreva pelo portaljws@gmail.com   
  • O grupo deve ser aberto e exclusivo para fotos antigas de cidades.
  • e para incluir também nesta lista o nome do criador do grupo escreva pelo portaljws@gmail.com

 

 

 

Outros grupos:

 

Memória Paulista( página )

 

Praias Paulistas na Foto ( atuais )

 

Memória Brasileira

 

Outros estados brasileiros: Clique aqui para achar os links.

 

 

 

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